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GERAÇÕES
 
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A mulher nas dif. Idades
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Infertilidade
A amniocentese
Parto normal ou cesariana
Infecções vaginais
Preparação do parto
Alimentação na gravidez
Incontinência Urinária
 

Organizada em 3 áreas, Criança, Mulher e Adulto a Clínica Gerações tem vários programas específicos dirigidos a problemas frequentes que são abordados por equipas multidisciplinares para obtermos os melhores resultados.

 

Infertilidade Conjugal

10 em cada 100 casais apresentam dificuldades em engravidar. As múltiplas causas, inerentes ao homem e à mulher obrigam a diagnóstico preciso e executado rapidamente. Porque as terapêuticas são múltiplas e específicas, o atraso na chegada a um centro de reprodução pode comprometer os resultados

Nos últimos anos, fruto da pressão das carreiras profissionais e da vida nas grandes cidades, os casais têm protelado a idade da concepção. Os efeitos do tempo nas capacidades reprodutivas e na fertilidade são variados, mas normalmente levam a um compromisso negativo nas taxas de fertilidade.

Além disso, a maioria dos ginecologistas, apesar de terem conhecimentos e capacidades técnicas adequados para o diagnóstico e tratamento das doenças da sua área, não têm rotinas ou acesso a meios de diagnóstico e terapêuticos avançados na área da infertilidade.

Assim, os casais inferteis, (que não conseguiram conceber um filho após um ano de relações sexuais regulares sem métodos de contracepção), devem consultar uma clínica de infertilidade que possua todos os métodos de diagnóstico e tratamento usados para a resolução dos Problemas de base.

Causas de infertilidade

As causas de infertilidade são múltiplas e estão relacionadas com a complexidade do sistema reprodutivo do Homem e da Mulher.

No homem , as doenças que afectam a produção normal dos espermatozoides ou a sua excreção são frequentes, mas invariavelmente o que é afectado é o número e a mobilidade dos mesmos. Como avaliação, deve ser realizado um espermograma, com teste de sobrevivência às 24 horas bem como a apreciação das anomalias morfológicas. Devem ser utilizados laboratórios que usem os critérios da Organização Mundial de Saúde para a classificação das anomalias do espermograma.

Na mulher são vários os orgãos que estão envolvidos na fertilidade e o compromisso de qualquer um pode condicionar o desfecho. As causas mais comuns incluem os problemas relacionados com o normal e regular funcionamento dos ovários (problemas ovulatórios), com a capacidade e integridade das trompas de Falópio (canais responsáveis pela captação do óvulo e onde se dá a fecundação pelos espermatozoides) e com a capacidade do útero receber e permitir a fixação e desenvolvimento do embrião.

Os exames básicos a realizar na mulher

A avaliação da função reprodutora feminina é essencial, dado que uma alteração ligeira ou moderada do número ou mobilidade dos espermatozoides sem outro factor, pode permitir uma gravidez espontânea, mas alterações da função ovulatória ou da permeabilidade tubária condicionam muitas vezes os resultados e são facilmente resolvidas.

Para além de uma ecografia ginecológica com sonda vaginal e análises clínicas gerais, é comum avaliar as eventuais causas femininas recorrendo aos seguintes exames:

Curva de Temperatura Basal: consiste na avaliação da temperatura corporal ao acordar. Permite avaliar a existência e o timing correcto da ovulação.

Histerosalpingografia: avaliação, feita por RX após administração de um contraste, do conteúdo do útero das trompas. Permite saber se existem malformações ou alterações da cavidade uterina, bem como avaliar a permeabilidade e morfologia das trompas.

Teste Pós-Coital: realizado durante uma consulta de ginecologia algumas após o casal ter tido relações sexuais. Permite avaliar a elação entre os espermatozoides e o muco cervical.

Histeroscopia e Laparoscopia: exames mais elaborados, que podem necessitar de anestesia, e que permitem visualizar directamente o interior do útero ou da cavidade abdominal.

O que se pode fazer:

Para além de tratamentos médicos ou intervenções cirúrgicas específicas, os especialistas de infertilidade recorrem a técnicas de reprodução medicamente assistidas: Inseminação intra-uterina–IIU, Fertilização In Vitro–FIV e microinjecção intracitoplasmática de espermatozoides–ICSI). No seu conjunto resolvem os problemas a mais de 50% dos casais.